Oncologia Mamaria e Pélvica

Como fazer o acompanhamento do câncer de mama? - Câncer de Mama Brasil

A fisioterapia desempenha um papel crucial tanto na oncologia mamária quanto na uroginecológica, auxiliando pacientes com câncer de mama e do sistema urogenital a enfrentar os desafios físicos e emocionais associados a essas condições. Vamos destacar brevemente como a fisioterapia é aplicada em cada uma dessas áreas:
Fisioterapia na Oncologia Mamária e Pélvica desempenha um papel importante no tratamento abrangente de pacientes com câncer de mama e uroginecológico, trabalhando em várias etapas do processo, desde o diagnóstico até a recuperação. Destacamos algumas formas de intervenção fisioterapêutica em oncologia mamaria e pélvica incluem:

  • Pré-Operatório: Preparação física para a cirurgia, incluindo exercícios cardiorrespiratórios, alongamentos e fortalecimento muscular para melhorar a capacidade pulmonar e a função geral.
  • Pós-Operatório: Tratamento para reduzir a dor, edema e aderências teciduais após a cirurgias de câncer de mama, como a mastectomia. Isso pode incluir drenagem linfática manual, técnicas de mobilização, liberação miofascial, exercícios de amplitude de movimento e instruções para prevenir complicações como linfedema.
  • Reabilitação Pélvica: Muitos pacientes com câncer uroginecológico podem enfrentar incontinência urinária ou fecal, disfunção sexual, dor pélvica ou prolapso de órgão pélvicos devido a cirurgias ou tratamentos. A fisioterapia pode envolver exercícios de fortalecimento e relaxamento dos músculos do assoalho pélvico, biofeedback, eletroestimulação e outras técnicas para melhorar a função desses músculos e aliviar os sintomas.
  • Reabilitação no Câncer de Mama: Desenvolvimento de programas de exercícios personalizados para restaurar a amplitude de movimento, força muscular e função após a cirurgia ou tratamento como a radioterapia e quimioterapia.
  • Gestão do Linfedema: Avaliação e tratamento de linfedema, o mesmo é causado por um acúmulo anormal de fluidos nos tecidos após a remoção de linfonodos, causando sensação de peso, inflamação e dor a palpação. A drenagem linfática manual, ajuda a eliminar os fluidos no tecido melhorando a amplitude de movimento e facilitando as atividades do cotidiano, podendo associar a terapia por meio de faixas de compressão, exercícios e educação sobre autocuidado.

Além do tratamento e atendimento humanizado, fornecer suporte emocional e educacional sobre as mudanças físicas e emocionais associadas ao câncer de mama e uroginecológico, ajudando os pacientes a manter uma perspectiva positiva durante a jornada de tratamento.

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